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Elaborando um telhado verde

Muitos clientes procuram reclamando de como é quente ou muito fria a sua residência. E qual o motivo disso acontecer?


Muitas construções não levam em conta a posição do sol, materiais adequados ao clima do local.


Pois é completamente diferente uma residência em São Paulo, Bahia e Curtiriba, por exemplo. Tudo bem que nosso clima está cada vez mais doido, devido aos impactos ambientais, mas ainda assim temos como escolher melhor os sistemas construtivos, métodos e tudo isso com um bom projeto.


Mas existe uma técnica que pode ser aplicada à qualquer local, que é o Telhado Verde, ele traz inúmeros benefícios e entre eles está o conforto ambiental da edificação.


Ele pode ser executado em cima de laje ou telhado também, tendo o cuidado de se fazer um estudo com especialista antes para dimensionar a carga pra ver se o telhado suporta.



Telhado verde, cobertura verde ou jardim suspenso é um sistema construtivo que consiste em uma cobertura vegetal feita com grama ou plantas, e pode ser instalado em lajes ou sobre telhados convencionais. O telhado verde é o detalhe construtivo mais comentado no mundo da sustentabilidade, juntamente com as placas fotovoltaicas para energia solar. Suas vantagens são amplamente discutidas, como ajudar a evitar as ilhas de calor, as emissões de gases do efeito estufa e conter alagamentos.


Para implantação do sistema, a obra exige a instalação de uma estrutura específica na cobertura da construção, além de manutenção frequente para garantir que não surjam problemas, como os de umidade. Desta forma, é importante seguir alguns critérios e normas essenciais, como a ANSI Fire Design Standard, que delimita áreas máximas para evitar a propagação do fogo em grandes centros urbanos, e a ANSI Wind Design Standard, que sugere usos de espécies e a não utilização para áreas sujeitas a ventos extremos.

Algumas vantagens:

  1. Retenção da água das chuvas, minimizando as enchentes;

  2. Diminuição do efeito “ilha de calor”, e temperaturas urbanas;

  3. Absorção da poluição sonora, melhorando o sono das pessoas;

  4. Filtragem das partículas suspensas no ar, como a fuligem expelida pela queima de combustíveis fósseis;

  5. Criação de espaços verdes agradáveis para o convívio da comunidade local;

  6. Novas áreas para o cultivo de alimentos orgânicos, através de hortas e pomares;

  7. Reciclagem dos gases tóxicos do ar através da fotossíntese;

  8. Umidificação do ar nos meses secos, facilitando a respiração;

  9. Abrigo da avifauna nativa, que ajuda também no controle de pragas urbanas como baratas e cupins;

  10. Possibilidade de reutilizar a água da chuva ou irrigação, economizando recursos;

  11. Aumento da durabilidade da impermeabilização com a estabilidade térmica da cobertura;

  12. Economia na energia gasta para o ar-condicionado no último andar;

  13. Possibilidade de aumentar as áreas com vegetação nativa regional e a biodiversidade.

  14. Criar áreas verdes adaptáveis a prédios já existentes, com baixa espessura, peso e de tecnologia orgânica, sem estruturas derivadas do petróleo.


Saiba um pouco mais sobre essa técnica, se tiver dúvidas entre em contato, nossos especialistas arquitetos, designers, engenheiros e paisagistas que fazem parte da Rede Ecológica ficarão felizes em explicar mais sobre qualquer assunto!


💚 www.arquiteturaecologica.com.br


@arquiteturaecologica


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